Seria muito fácil neste artigos chegar e dizer: Segundo tal órgão os 10 melhores treinadores de futebol do Mundo são….

E exibir uma lista bonitinha logo abaixo.

Mas não, futebol não é isso pelo menos não para nos do Wild Cats.

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Dizer que um treinador de futebol é melhor que outro, só por que ele conquistou mais pontos no campeonato mais recente é ridículo.

Talvez isso seja muito útil num jogo de vídeo game ou sei lá.

Mas na vida real não assim que funciona, quando se analisa a qualidade dos treinadores de futebol deve se levar em conta (no minimo) os times que eles treinaram e se foram capazes de tirar o melhor dos time que treinaram ou não.

Foi através dessa ótica que criamos este artigo. Afim de avaliar e classificar quais são os 10 melhores treinadores de futebol do mundo.

Top10 – Os melhores treinadores de futebol do Mundo

melhores treinadores de futebol do Mundo kloop
Jurgen Klopp ocupa o décimo lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

10. Jurgen Klopp

Um dos treinadores de futebol mais jovens dessa lista, Jurgen Klopp começou sua carreira logo que se aposentou do futebol. Tendo jogado toda sua carreira como jogador pelo 1. FSV Mainz 05, da cidade de Mainz.

Foi um jogador mediano, sem muito destaque, que começou a carreira profissional em 1989, como atacante, e, em 1995, migrou para a zaga, posição em que encerrou a carreira em 2001, mesmo ano em que assumiu o posto de treinador de futebol. No time da capital do estado de Renânia-Palatinado, Klopp tem como principal feito ter levado o clube pela primeira vez na história à Bundesliga, a primeira divisão do Campeonato Alemão, e lá permanecer durante duas temporadas.

Com a queda do time na temporada 2006-07 e o não retorno à Bundesliga no ano seguinte, Klopp abandonou o clube para respirar novos ares em uma das maiores cidades do país, Dortmund.

E é no comando do Borussia que o treinador de futebol alcançou o sucesso. Apesar de uma primeira temporada mediana, deixando escapar a vaga na Liga Europa após derrotas nos dois últimos jogos, o time já vinha mostrando uma pegada diferente, fazendo com que a torcida – a maior da Alemanha – começasse a esperar bons frutos do trabalho.

E eles vieram. Já na temporada seguinte, um vaga para a Liga Europa, com o time terminando na quinta colocação do campeonato, mostrava que as coisas começavam a se acertar.

E isso ficou evidente na temporada 2010-11, quando o clube mais uma vez foi campeão da Bundesliga, título que não ganhava desde 96. E a coroação do trabalho veio ainda na temporada seguinte, com o bicampeonato alemão, numa temporada de recordes e quebra de tabus: com os 81 pontos que chegou ao final do campeonato, além dos 47 conseguidos apenas no returno.

Klopp quebrou os recordes de campeão com maior pontuação geral e de time que mais pontuou no segundo turno da Bundesliga. O bicampeonato, além de ser o primeiro do clube desde a temporada 96-96, ainda quebrou um tabu de 14 anos do Bayern de Munique, que desde 96 não perdia dois campeonatos seguidos.

Apesar de não ser o tipo de treinador de futebol intempestivo ou que chama muito a atenção da mídia, Klopp é bastante conhecido pelo público alemão, onde já foi comentarista esportivo ZDF e ganhou até mesmo um prêmio por melhor programa esportivo.

Desde que chegou ao Borussia, é adepto das filosofias do “bom e barato” e “craque se faz em casa”, levando o bicampeonato da Bundesliga com um time bastante jovem, a maior parte vindo das categorias de base do clube, e algumas contratações pouco badaladas.

Dentre os jogadores, revelados ou contratados pelo clube durante a gestão Klopp, que ganharam fama internacional estão Nuri Sahin (atualmente no Liverpool), Shinji Kagawa (hoje no Manchester United), Mario Götze (o “Messi alemão”), Matts Hummels, Sven Bender, Robert Lewandowski, entre tantos outros.

O desenho tático que mais adota é o 4-5-1 moderno, com dois volantes de saem pro jogo, dois alas, um meia de ligação centralizado e um atacante isolado na área mas que, a depender do jogo, pode se tornar uma espécie de 2-4-4, com os laterais fazendo o papel de alas, os alas se tornando pontas e o meia de ligação se aproximando mais da área, se tornando uma espécie de segundo atacante.

E é essa filosofia ofensiva, usando um desenho normalmente defensivo, que fez o Borussia Dortmund despontar como um dos principais clubes europeus dos últimos anos e coloca Jurgen Klopp no décimo lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo.

melhores tecnicos do mundo Van Gaal
Van Gaal ocupa o nono lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

09. Louis Van Gaal

Aos 61 anos de idade, Louis Van Gaal tem uma das carreiras mais vitoriosas entre os treinadores de futebol de todo o mundo. Seu primeiro trabalho com treinador de futebol de um time foi em 1991, com o Ajax, onde sua filosofia de trabalho e grande visão para jovens promessas acabou por tornar o clube holandês um dos mais fortes da história do futebol, revelando jogadores que seriam a base da seleção holandesa da década de 90, como Patrick Kluivert, Denis Bergkamp,Clarence Seedorf, Ronald e Frank de Boer, Edgar Davids e Edwyn van der Sar.

Além disso, possui uma marca dificílima de ser conseguida, com o clube passando toda a temporada de 94-95 sem sofrer uma única derrota, sendo campeão invicto do Campeonato Holandês e da Champions League, coroando a temporada com vitórias sobre o Real Zaragoza pela Supercopa da UEFA e sobre o Grêmio pelo Mundial de Clubes.

Com o fim do contrato em 1997, Van Gaal partiu para um novo desafio, aportando na catalunha para ajudar o seu maior clube, o Barcelona, a voltar a ser campeão da La Liga, coisa que não acontecia desde 94.

E apesar do sucesso no clube, com o bicampeonato nas temporadas 97-98 e 98-99 e o título da Copa del Rey em 98, o treinador de futebol acabou deixando o clube em maio de 2000, alegando que jogadores o impediam de implantar sua cultura de trabalho, o caso mais notável com o brasileiro Rivaldo, com quem o treinador de futebol teve várias discussões públicas durante sua passagem pelo clube.

Seguiu-se então uma passagem conturbada pela seleção holandesa, onde não conseguiu se classificar para a Copa do Mundo na Coreia do Sul/Japão, deixando a Laranja de fora da competição pela primeira vez desde 1990 o que, seguido de uma passagem frustrada como diretor do Ajax, acabou por fazer com que seu prestígio no mercado caísse vertiginosamente.

Apenas em julho de 2005 retomou a carreira como treinador de futebol, agora no AZ Alkmaar, clube onde encerrou a carreira como jogador em 1987. De volta à Eredivisie, conseguiu terminar sua primeira temporada como terceiro colocado no campeonato, lutando pelo título até a última rodada. Depois de deixar escapar a vaga na Liga Europa em 2007, Van Gaal pensou em abandonar o clube mas, por pressão dos jogadores, se manteve no cargo.

O bom trabalho frente ao clube colocou o nome do holandês de novo num lugar de destaque de onde nunca deveria ter saído, e logo o convite apareceu um convite para dirigir o Bayern de Munique, convite que foi prontamente aceito pelo treinador de futebol.

Apesar de um início ruim, conseguiu recuperar o clube e, já no seu ano de estreia, levar a “dupla coroa”, com o título da Bundesliga e da Copa da Alemanha, além de ter levado o time bávaro à final da Champions League em 2010, onde foi derrotado pela Inter de Milão de seu antigo pupilo, José Mourinho.

Apesar de ótimo trabalho feito na equipe, os títulos acabaram vindo mesmo apenas em sua primeira temporada frente ao clube, o que acabou fazendo com que o deixasse ao final da temporada 2011-12 para mais uma vez assumir a seleção holandesa, que vinha de dois vice campeonatos, na Copa do Mundo e na Eurocopa, sob o comando de Dirk Advocaat.

Mais do que uma formação tática, Van Gaal acredita em uma filosofia de jogo, onde o trabalho em equipe tem precedente sobre as características individuais de cada um e, mais importante do que saber apenas atacar ou defender, é saber fazer ambas as coisas. E é por ser um adepto do futebol total tão característico da Holanda que Louis Van Gaal ocupa o nono lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo.

melhores treinadores de futebol do mundo Luciano Spalletti
Luciano Spalletti ocupa o oitavo lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

08. Luciano Spalletti

Desde que iniciou a carreira de treinador de futebol em 1995, Spaletti se mostrou como um dos mais promissores da nova safra de treinadores de futebol da Itália. Já no seu primeiro trabalho, com duas promoções consecutivas, levou o Empoli da Serie C-1 à Serie A, em 1998.

Mas apenas na temporada 2004-05 que sua capacidade foi finalmente reconhecida, quando, no comando da Udinese, levou um time de cujas expectativas era fazer um campeonato para não cair a um incrível quarto lugar, assegurando uma vaga na Champions League do ano seguinte.

E foi o bom desempenho com um equipe no máximo mediana que chamou a atenção dos dirigentes de clubes maiores, e logo um convite da Roma o levou para a equipe da capital, onde foi considerado “um dos melhores treinadores de futebol do ano” na temporada 2005-06 e foi bicampeão da Copa Italia em 2006-07 e 2007-08, além do título da Supercoppa Italiana em 2007, sendo essas três as últimas taças que a equipe de Roma levantou.

Em 2009, foi contratado pelo “novo rico” do mundo russo, Zenit, da cidade de São Petersburgo, comprado recentemente por Alexander Dyukov, um dos executivos mais importantes da Gazprom Neft, e que tinha como principal meta transformar o clube de pouca tradição em um dos maiores no cenário do futebol internacional. E, com o treinador de futebol italiano, as coisas vem caminhando para isso.

Desde que chegou ao clube, Spaletti venceu praticamente todos os títulos que disputou em território nacional, levando os da temporada 2010 e 2011-12 (quando o calendário do futebol russo se adequou ao dos outros campeonatos europeus), uma Copa da Rússia em 2010 e uma Supercopa (disputa entre o campeão do Campeonato Russo e da Copa da Rússia) em 2011.

A tática favorita do treinador de futebol é o 4-5-1 com “falso 9” que lhe rendeu tanto sucesso no comando da Roma: dois volantes de marcação, dois alas que apoiam mas também marcam os laterais adversários, e um atacante que não é propriamente um centroavante fixo de área (Totti no esquema da Roma, Kerzakhov ou Hulk no do Zenit) que dá uma movimentação constante ao ataque de seus times e dificulta a marcação do adversário, além de facilitar a penetração pelo toque de bola e fornecer maior velocidade nos contra-ataques.

E é pelo bom uso desse sistema, e por ter topado e estar dando conta do desafio de transformar um clube sem tradição em um que imponha respeito em seus adversários, que Spaletti ocupa o oitavo lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo.

melhores tecnicos do mundo Mircea Lucescu
Mircea Lucescu ocupa o sétimo lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

07. Mircea Lucescu

Fora dos grandes centros, esse romeno de 67 anos não chama muita atenção da mídia. Mas, apesar da falta de ibope, Mircea Lucescu é hoje um dos melhores treinadores de futebol e um dos mais vitorioso do mundo.

Tendo apenas duas passagens por países do primeiro escalão do futebol (ambas na Itália, onde levou o Brescia ao título da Serie B na temporada 1991-92, e no comando da Internazionale na temporada 1998-99 teve como melhor resultado alcançar as quartas-de-final da Champions League).

Mas, nos praças mais desconhecidas do leste Europeu, Lucescu é um dos melhores treinadores de futebol e mais vencedor. Em seu país natal, levou o Dinamo Bucareste ao título do Campeonato Romeno em 1989-90, além de levantar a taça da Copa da Romênia em 1985-86 e 1989-90.

Depois de uma incursão de quase uma década pela Itália sem resultados significativos, ele retorna à Romênia, dessa vez no clube rival de onde havia saído, o Rapid Bucareste, ajudando o clube a ganhar a Copa Romena em 1997-98 e o Campeonato Romeno em 1998-99.

O sucesso frente ao Rapid valeu-lhe um convite para atuar no futebol turco, onde levou o Galatasaray ao título da Supercopa da UEFA em 2000, com uma grande vitória sobre o Real Madrid, e ao título do Campeonato Turco de 2001-02.

E o bicampeonato na temporada 2003-04 apenas não saiu porque o treinador de futebol se viu envolvido em um dos maiores escândalos de arbitragem da história do futebol (é, essas coisas não tem só aqui no Brasil não…), onde num jogo em casa o time de Lucescu recebeu 5 cartões vermelhos bem controversos e foi considerado derrotado por decisão do juiz.

Essa partida controversa acabou com os ânimos da equipe, que, apesar de estar oito pontos à frente na tabela, não conseguiu segurar a liderança e viu o título ficar com o Fenerbahce.

Ao final da temporada, o treinador de futebol rescindiu seu contrato com o clube turco e deixou o país, alegando que haviam lhe roubado o título no tapetão. E, ao deixar o país, se mudou para a Ucrânia, onde começou a treinar o Shakhtar Donetsk e foi um dos principais responsáveis pela hegemonia do clube no país.

Mal desembarcou no clube e já levantou a taça da Copa da Ucrânia de 2003-04 (título que também ganharia nas temporadas 2007-08, 2010-11 e 2011-12), além de 6 dos 7 títulos do Campeonato Ucraniano (2004-05, 2005-06, 2007-08, 2009-10, 2010-11 e 2011-12) que o clube conquistou em toda sua história.

Ainda na Ucrânia, também ganhou a Supercopa Ucraniana em quatro ocasiões (2005, 2008, 2010 e 2012). Lucescu é também responsável pelos dois melhores resultados da história do clube em competições europeias, com o título da Liga Europa em 2008-09 e a chegada às quartas-de-final da Champions League na temporada 2010-11.

Lucescu não é de muita frescura, e tem como formação favorita o 4-4-2 clássico, mas sua grande arma é no trato com os jogadores. Intelectual, fala 7 línguas (Romeno, Russo, Inglês, Português, Espanhol, Italiano e Francês) e sempre insiste para que seus atletas deem preferência a atividades culturais, como ler um livro ou ir ao cinema, ao invés de sair para baladas, além de insistir que seus comandados não larguem os estudos.

E ainda que sejam jogadores bem pagos de uma grande equipe, continuem frequentando a universidade. E por tudo isso, além de ser um dos grandes responsáveis por esse time ucraniano de mineradores ser considerado hoje a 12ª força da UEFA, é que Mircea Lucescu ocupa o sétimo lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo.

melhores treinadores de futebol do mundo Ancelotti
Ancelotti ocupa o sexto lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

06. Carlo Ancelotti

Após uma vitoriosa carreira como jogador, onde, jogando por Roma e Milan, ganhou três Campeonatos Italianos, quatro Copas da Itália e duas Champions League, iniciou em 1995 sua carreira de treinador de futebol com apenas 36 anos, comandando a Reggiana e levando-a pela terceira vez na história a disputar a Serie A do italiano, no que foi sua última passagem pela elite do futebol do país.

Mas não foi ele que esteve à frente da equipe nessa volta à elite pois, assim que terminou a temporada com a Reggiana, foi contratado para comandar o Parma, na época com o que ainda seriam duas das maiores estrelas do futebol italiano, o jovem goleiro Gianluigi Buffon e o zagueiro Fabio Cannavaro.

Ancelotti levou o Parma ao vice campeonato italiano na temporada 1995-96, e à quinta colocação na seguinte, garantindo vaga na UEFA Europa League.

Esses bons resultados valeram o convite para dirigir a Juventus em 99, onde teve um início promissor, ganhando a Copa Intertoto sobre o Rennes, mas acabou terminando em segundo lugar do Italiano durante as duas temporadas que comandou o clube. Em 2001, Ancelotti mudou mais uma vez de equipe, indo comandar o Milan, que passava por uma época de jejum de títulos.

Além dessa taça, Ancelotti ainda levou pelo time de Milão a Coppa Italia na temporada 2002-03 e dois títulos da Champions League, o primeiro em 2002-03 e o segundo em 2006-07, ano em que também ganhou o Mundial de Clubes da FIFA, sendo ainda o primeiro treinador de futebol a conseguir esse título por um clube europeu.

Os dois títulos da Champions também foram seguidos de duas Supercopas da UEFA, em 2003 e 2007. Em 2009, Ancelotti rescinde o seu contrato com o Milan e se muda para a Inglaterra, onde iria substituir Guus Hiddink no comando do Chelsea. No clube inglês, Ancelotti tinha a difícil missão de recuperar a estabilidade de um time que ainda se sentia “viúva” de José Mourinho.

Sua primeira temporada com o time foi extremamente proveitosa, onde levou o Community Shield (torneio de pré-temporada entre o campeão da FA Cup e da Premier League), além de levar os títulos da Liga e da Copa Inglesa da temporada 2009-10, fazendo a primeira “dobradinha” da história do time londrino.

Mas, mesmo com contratações milionárias, como a do espanhol Fernando Torres, a temporada seguinte foi de altos e baixos, e o vice-campeonato da Premier League acabou significando a demissão do treinador de futebol.

Após pouco mais de sete meses desempregado, o treinador de futebol acabou sendo contratado pelo Paris St. Germain, numa jogada ousada no clube francês, que demitiu seu treinador de futebol, Antoine Kombouaré, quando o time liderava a Ligue 1.

Pegando o time com o trabalho já em andamento, o treinador de futebol demorou um pouco para conseguir regularidade no comando da equipe, o que acabou fazendo com que o time perdesse a liderança e acabasse na segunda colocação do campeonato.

Mas isso não era problema para os planos da Colony Capital, dona de 95% das ações do clube e que tem por principal objetivo tornar o clube numa das maiores forças da Europa.

E a contratação de Ancelotti foi algo certeiro para isso, pois foi o treinador de futebol italiano que facilitou a concretização das duas principais contratações do time para a temporada 2012-13, o zagueiro Thiago Silva e o atacante Zlatan Ibrahimovic, ambos ex-jogadores do Milan.

O estilo retranqueiro, mas de toque de bola refinado, que abusa do clássico e confiável 4-4-2 e que valeram tantos títulos em tão pouco tempo de carreira, coloca o treinador de futebol italiano no sexto lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo.

melhores tecnicos do mundo Wenger
Wenger ocupa o quinto lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

05. Arsène Wenger

Wenger é um caso raro entres os melhores treinadores de futebol: apesar de nem sempre ter bons resultados nos clubes que dirige, consegue se manter no cargo por bastante tempo, e sempre recebendo respaldo da diretoria. E isso vem acontecendo praticamente desde o início de sua carreira.

Em seu primeiro trabalho como treinador de futebol, no Nancy, na temporada de 1984-85, levando o time à décima primeira posição do torneio, bem longe da zona de rebaixamento que o clube costumava frequentar.

Isso atraiu a atenção de clubes maiores da França, mas a diretoria do time não rescindiu seu contrato, ainda que tenha terminado a temporada seguinte com o clube quase rebaixado, e só o liberou para assinar com outra equipe ao final da temporada 1987-88, quando o time finalmente voltou para a Ligue 2 francesa.

Mas, bem diferente do que acontece aqui no Brasil, a diretoria isentou toda a culpa do treinador de futebol, falando que ele fez o que podia, mas que a falta de dinheiro do clube realmente impedia que qualquer resultado melhor fosse almejado. Ah se fosse o Vasco…

Na temporada seguinte, deu-se o primeiro ano do treinador de futebol frente a um clube de ponta, o Monaco. Com um ótimo ano de estreia, levou o time ao título da Ligue 1 em 1987-88. Apesar do bom começo, passou o restante de suas temporadas no time batendo na trave, sempre em segundo ou terceiro no campeonato, tendo como principal algoz o Olympique de Marseille.

Com o Monaco, Wenger vou a levantar uma taça apenas na temporada de 1990-91, quando levou a Copa da França. E, apesar da falta de títulos, se manteve firme no cargo até 1994, quando resolveu abandonar a França, alegando que havia muitos subornos e corrupção no esporte do país. No mesmo ano, o Marseille foi considerado culpado num dos maiores escândalos de combinação de resultados do país.

Wenger se manteve no comando do time até agosto de 1996 quando, ao receber um convite de seu amigo David Dein, assumiu o comando do Arsenal, um dos principais clubes do futebol inglês, frustrando a imprensa londrina, que esperava que o nome anunciado fosse o do ex-treinador do Barcelona, Johan Cruyff.

No time inglês – no qual se mantém até hoje no cargo – Wenger não demorou muito para ter sucesso. Reaproveitando a base defensiva deixada pelo antigo treinador de futebol Bruce Rioch, mais algumas contratações pontuais para que o time tivesse a ofensividade que ele tanto buscava em suas equipes – a dupla de volantes Petit e Vieira, o ponta Marc Overmars e os atacantes Dennis Bergkamp e o então adolescente Nicolas Anelka.

Os anos seguintes não foram tão bons e, depois de deixar escapar dois campeonatos na última rodada e perder uma final da Copa da UEFA para o Galatasaray, resultados que criaram o rumor de que o treinador de futebol poderia estar deixando o clube numa transferência para o Barcelona.

Ao invés disso, Wenger acertou a renovação por mais quatro anos e, na temporada 2001-02, levou o clube a mais uma “dobradinha”, com os títulos da Premier League e FA Cup. O ano seguinte o time novamente ganhou a FA Cup, sendo Wenger o primeiro dos mlhores treinadores de futebol a ganhar o título por dois anos consecutivos.

Na temporada seguinte, Wenger mais uma vez faz história, ganhando a Premier League de 2003-04 invicto – um feito que apenas havia sido alcançado pelo Preston North End, 115 anos atrás e quando o campeonato ainda se chamava Football League. Na temporada seguinte, novamente um título da Fa Cup, o quarto do treinador de futebol no comando do clube.

E, apesar desse ter sido o último título que o clube inglês ganhou nos últimos oito anos, o treinador de futebol francês conseguiu se manter sem ameaças ao cargo durante todo esse tempo, numa mostra de um diretoria que entende que, mais do que títulos, o clube deve buscar um bom futebol.

E bom futebol é o que os clubes de Wenger sempre demonstraram. Adepto de um futebol ofensivo de toque de bola e retenção de posse, com o time sempre pra frente e buscando o gol, sempre é ótimo ver o jogo de uma equipe comandada por Wenger.

E tudo isso gastando bem menos que seus adversários diretos já que, ao invés da busca por medalhões, o clube busca sempre trazer jovens promessas ou jogadores habilidosos que ainda não despontaram grande interesse, e essa é uma filosofia do treinador de futebol desde que chegou ao clube, onde revelou para o mundo craques como Henry, Vieira e Fábregas. E é por ser o melhor utilizador do “bom e barato” que o olho clínico de Arsène Wenger ocupa o quinto lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo.

melhores treinadores de futebol do mundo pep guardiola
Pep Guardiola ocupa o quarto lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

04. Pep Guardiola

Um dos melhores treinadores de futebol e mais jovem dessa lista, com a carreira mais curta e um dos que mais possuem títulos. Esse é Pep Guardiola, treinador de futebol de um único clube e o mais vitorioso da história dele.

Apontado como substituto de Frank Rijkaard no comando do Barcelona em 2008, Pep já chegou fazendo barulho, tirando do time jogadores de renome como Ronaldinho Gaúcho, Deco, Zambrotta e Edmilson.

trazendo outros de menos prestígio, seja de outros times ou subindo da base, como Daniel Alves, Piqué, Busquets e Pedro Rodríguez. As mudanças do treinador de futebol não só mudaram a atitude, como também promoveu toda uma mudança na filosofia de jogo do elenco.

Mudança essa que deu muito certo, já que, em sua primeira temporada (2008-09), foi campeão em todos os torneios que o clube participou, levando os títulos da Champions League, da La Liga e da Copa del Rey.

Além disso, a mudança na filosofia de jogo foi importantíssima para três jogadores em especial: os meio-campistas Xavi e Iniesta, que passaram a ser figuras chave do esquema do novo treinador de futebol e despontaram como os dois melhores jogadores da posição no mundo, e, principalmente, apresentar ao mundo o verdadeiro potencial de Lionel Messi, que cada dia mais se torna um dos melhores jogadores da história do futebol.

No último ano de contrato, quando já se sentia cansado da vida de treinador de futebol e resolveu que não iria renovar com o clube, foi o ano mais “fraco” do espanhol, que ganhou apenas a Copa do Rei.

Desde então, Guardiola vem recusando propostas para treinar clubes e seleções de todo o mundo, e diz que só vai voltar ao futebol depois de um ano de férias.

Bastante influenciado por dois de seus treinadores de futebol quando ainda era jogador: Johan Cruyff, na época de Barcelona e Pepe – o “Canhão da Vila”, companheiro de Pelé no ataque do Santos – da época que jogou no Al-Ahli.

Guardiola implantou no clube catalão o tiki-taka, esquema de jogo baseado totalmente na posse de bola e na rápida recuperação da mesma, onde os jogadores passam muito a bola, em toques curtos e girando de um lado para o outro do campo, esperando apenas uma brecha para penetrar na defesa adversária.

Sem a bola, todos os jogadores, independente da posição, marcam o adversário sob pressão, visando recuperá-la o mais rápido possível, de preferência ainda no campo de ataque.

É por isso que não é difícil ver jogos em que o time catalão possuía mais de 70% da posse de bola, o que algumas vezes tornava o jogo meio sonolento de se assistir, principalmente contra defesas bem prostradas, em que o time passava vários minutos tocando a bola de um lado pro outro sem sucesso de penetração.

Mas, apesar disso, é um sistema notadamente vitorioso, e Pep só não ocupa uma posição maior nessa lista pela falta de experiências em outros clubes, para mostrar que seu trabalho pode dar frutos em outros locais, principalmente onde não há um trabalho de base tão diferenciado quanto no time catalão. Guardiola ocupa o quarto lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo.

melhores tecnicos do mundo jose mourinho
José Mourinho ocupa o terceiro lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

03. José Mourinho

Esse português de 49 anos é sem sombra de dúvidas o treinador de futebol mais polêmico do futebol mundial. Chato, encardido, de tratamento bipolar tanto com os jogadores quanto com a imprensa, Mourinho não pensa duas vezes antes de distribuir patadas, cutucões e provocações para todos, sejam eles jogadores, profissionais da imprensa ou mesmo colegas de profissão.

Mas não só de polêmicas vive o nome de Mourinho – ou Mou, como costuma ser “carinhosamente” chamado – mas de títulos. PRINCIPALMENTE títulos. A carreira como treinador de futebol se inciou em 2000, com um bom início de trabalho pelo Benfica mas, após apenas onze jogos, abandonou o cargo por conta de rusgas com a nova diretoria do clube.

Um ano depois, o treinador de futebol foi para o União Leiria, onde conseguiu levar o time ao quinto lugar da Liga Portuguesa, até hoje a melhor posição de toda a história do clube. O bom trabalho chamou a atenção dos grandes clubes do país e, em Janeiro de 2002, o treinador de futebol foi contratado pelo Porto, onde sua carreira de vitórias realmente se iniciou.

Já na temporada seguinte (2002-03) o treinador de futebol conquistou todas as taças que disputou: a Primeira Liga Portuguesa, a Taça de Portugal e a Copa UEFA (atual Liga Europa). O bom trabalho foi coroado na temporada seguinte, com mais um título da Primeira Liga seguido, dessa vez, do título da Champions.

Mourinho não só tornou o clube português novamente temido no cenário europeu, mas criou escola – até hoje qualquer treinador de futebol que assume o time, segue o mesmo estilo de enxergar o futebol como o do português.

Abandonando o time para alçar voos mais altos, Mourinho aceitou convite milionário de Roman Abramovich para dirigir o Chelsea a partir da temporada 2004-05, onde se tornou um dos treinadores de futebol mais bem pago do mundo.

Com o dinheiro do russo, Mourinho levou ao clube inglês alguns dos jogadores de seu antigo time, a dupla de defesa formada pelo zagueiro Ricardo Carvalho e o lateral direito Paulo Ferreira, além de, entre outros, o atacante marfinense Didier Drogba, que viria a se tornar um dos principais nomes de ataque da história do clube.

Sob o comando do português, o time londrino sem grande tradição foi campeão da Premier League por dois anos consecutivos, adicionando dois troféus a uma prateleira em que até então havia somente um único, da temporada 1954-55, inaugurando de vez uma era vitoriosa no clube e colocando-o de vez no cenário dos maiores times da Europa.

Em setembro de 2007, Mourinho abandonou o clube inesperadamente, após uma série de desavenças com o presidente do clube, Roman Abramovich, saindo como um dos treinadores de futebol mais vitoriosos da história do clube.

Após oito meses parado, em junho de 2008 Mourinho fechou contrato com a Internaziole de Milão onde, como sempre, chegou “botando banca” logo de cara. Mas, como sempre, a passagem de três anos pelo clube – até o final da temporada 2009-10, foi mais um sucesso na carreira de treinador de futebol do português, com, entre outros, dois títulos da Serie A e mais uma taça da Champions.

Erroneamente, Mourinho costuma muitas vezes receber a pecha de “retranqueiro”. Mas isso é muito mais uma tentativa dos críticos de diminuir o trabalho do treinador de futebol do que realmente uma característica do treinador. Os times dele são sim “aguerridos”, com marcação sob pressão desde a saída de bola do adversário, mas nem sempre retranqueiros.

Algumas vezes sim, como a Internazionale campeã da Champions, mas isso depende muito mais das características dos jogadores que o treinador de futebol possui, já que, ao contrário do já mencionado, os times do Chelsea e o Real Madrid do treinador de futebol são bem ofensivos, muitas vezes usando de um 4-3-3 com três jogadores de meio habilidosos, como era o caso do Chelsea 2004-05.

E, apesar de todas as polêmicas que o treinador de futebol causa, seja para alimentar o próprio ego, seja para tirar a atenção de um mal resultado ou de problemas no vestiário.

O caso é que Mourinho é o único treinador de futebol hoje que, durante os últimos 10 anos de carreira, onde treinou clubes de países, forças e condições financeiras extremamente distintas, conseguiu ganhar pelo menos um título por ano. E somente isso já o deixa seguro para ocupar o terceiro lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

melhores treinadores de futebol do mundo Alex Ferguson
Alex Ferguson ocupa o segundo lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

02. Alex Ferguson

Longevo. Esse é o adjetivo mais correto para se classificar o trabalho desse escocês de 70 anos. O trabalho de 26 anos frente ao Manchester United colocou não só o clube inglês entre os grandes do continente, mas também o treinadoro como um dos maiores da história.

Mas a carreira do treinador de futebol não começou com os Diabos Vermelhos, mas sim com o pequeno St. Mirren, da Escócia, onde assumiu em 74 e, com apenas 33 anos de idade, levou o clube da luta contra o rebaixamento para a terceira divisão ao título do Escocês na temporada 1976-77, apenas o segundo da história do clube.

Curiosamente, o time foi o único da longa carreira do treinador de futebol escocês a demiti-lo, alegando que o treinador de futebol era “mesquinho” e não possuía “capacidade para dirigir um time”.

Mas, felizmente para o jovem treinador de futebol, os outros clubes não compraram as declarações do presidente do St. Mirren e, ainda em 78, o treinador de futebol foi contratado pelo Aberdeen, um dos maiores clubes da Escócia mas que, apesar disso, só havia sido campeão no longínquo ano de 1955.

Nos nove anos sob o comando do treinador, o time desencantou e ganhou 10 títulos, sendo três do Campeonato Escocês e 4 da Copa da Escócia. A boa forma do time escocês fez com que Ferguson fosse cobiçado pelos grandes clubes da Inglaterra e, depois de ser pretentido por Tottenham e Arsenal, o treinador de futebol acertou com o Manchester United em Novembro de 1986, substituindo Ron Atkinson no comando dos Red Devils.

E é nos Diabos Vermelhos que o treinador de futebol finalmente alcançou fama e reconhecimento internacional onde, após 26 anos à frente do clube, chegou à incrível marca de 37 títulos, entre os quais 12 da Premier League e dois da Champions. E essa marca pode ficar ainda maior, já que o treinador de futebol escocês não faz planos para se aposentar antes de 2015.

De personalidade forte, o treinador de futebol sempre trabalhou sob a filosofia de que nenhum jogador é maior do que o clube, o que fez com que entrasse em atrito com vários jogadores de renome, entre eles o zagueiro holandês Jaap Stam, os atacantes Dwight Yorke e Ruud Van Nislterooy e o meio-campista e ídolo do time David Beckham, atritos os quais culminaram com a saída desses jogadores do time.

Mas a perda de medalhões nunca foi um problema impossível de ser contornado pelo treinador, que sempre soube contratar bem para que o time não perdesse sua força e se mantivesse sempre na briga pelo título. E é a personalidade forte e perfil vencedor que fazem do escocês ocupar o segundo lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo.

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Marcelo Bielsa ocupa o primeiro lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo

01. Marcelo “El Loko” Bielsa

Gênio. Essa é a única definição possível para esse argentino de 57 anos. O mais inovativo treinador de futebol de hoje, Bielsa é um workaholic, um nerd do futebol. Viciado em estatísticas de jogo, seus métodos de treino e jogo são, muitas vezes, incompreendidos, tanto por outros treinadores de futebol quanto, muitas vezes, pelos próprios jogadores, mais uma marca da genialidade do argentino.

Sua carreira no futebol se iniciou nos anos de 1990, no Newell’s Old Boys, onde ganhou o torneio Apertura de 1990 e o Integración de 1990-91, derrotando o poderoso Boca Juniors. Além disso, levou o clube argentino à final da Libertadores de de 1992, sendo derrotado nos penaltis para o São Paulo de Telê Santana.

O treinador de futebol então se mudou para o México, treinando o Atlas e o América por alguns anos, até voltar à Argentina em 1997, comando o Vélez Sársfield e levando-o ao título do Clausura em 1998.

Após uma rápida passagem pelo Espanyol, Bielsa foi contratado para comandar a Seleção Argentina, onde, após ser eliminado na primeira fase da Copa do Mundo de 2002, conseguiu o segundo lugar na Copa América de 2004 e levando a medalha de ouro olímpica no mesmo ano, tornando a Argentina o primeiro medalhista de ouro da América Latina desde a Celeste Olímpica uruguaia de 1928.

Apesar dos ótimos resultados e da grande expectativa pela continuidade do trabalho, Bielsa renunciou ao cargo e se manteve longe do futebol durante quase três anos. Em 11 de Julho de 2007, Bielsa volta ao banco dos treinadores de futebol no comando da Seleção chilena, levando o Chile à classificação para a Copa do Mundo de 2010 após duas edições de fora, se tornando praticamente um herói nacional.

Em fevereiro de 2012, Bielsa abandona a seleção chilena para voltar à Espanha, dessa vez para treinar o Atlético de Bilbao. Em mais um grande trabalho do gênio de fora das linhas, o argentino levou um time mediano com uma excessiva dificuldade para reformulação do elenco (já que, por causa da política, o clube só aceita jogadores de origem basca no time) ao vice-campeonato da Copa del Rey (onde perdeu para o Barcelona) e da UEFA Europa League (onde perdeu na final espanhola para o Atlético de Madrid), derrotando pelo caminho gigantes do futebol europeu, como a vitória por 2×1 contra o Manchester United nas oitavas-de-final do torneio.

Fanático por futebol, Bielsa possui métodos de treinamento inovadores e extremamente diferentes de seus colegas, como o fato de separar os treinos dos zagueiros, meio-campistas, atacantes e goleiros, onde cada posição recebia um treino especial em separado.

O argentino também coleciona vídeos de jogos de times de todo o mundo, e passa horas analisando um por um, jogador por jogador, para entender perfeitamente as especificações na movimentação e tática de cada time.

Além disso, é um dos poucos a utilizar ferramentas eletrônicas e softwares de estatística para se preparar para os jogos, o que faz com que vários jornalistas – eu incluso – o considere um passo à frente da maioria dos melhores treinadores de futebol do mundo, como Van Gaal e Ferguson.

A marca do treinador de futebol é a estranhíssima formação 3-3-1-3, que exige grande movimentação e disciplina tática de cada um de seus atletas. Ao contrário da maioria dos treinadores de futebol, Bielsa não muda seu esquema no caso de contusão ou expulsão de algum jogador chave para o time; ele simplesmente o substitui por outro e exige que esse atue no mesmo nível que o atleta que ele está substituindo, sem se importar com “desculpas” como “barreiras técnicas”.

E, por todas essas características, e, principalmente, por ser um treinador de futebol com resultados de ponta treinando quase sempre time ruins ou medianos, o método de “El Loko” Bielsa leva, facilmente, o primeiro lugar da lista dos melhores treinadores de futebol do Mundo. Com todos os méritos!

Qual o melhor treinador de futebol do mundo?

Ufa! Chegamos ao fim desse enorme artigo, com os 10 melhores treinadores de futebol do mundo – nenhum deles brasileiro. Mas na sua opinião qual seria o melhor treinador de futebol do mundo?

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